80 Experiências de Viagem do VM80F | Belém do Pará #77


Bem-vindo(a) à experiência de Viagem #77


A Lara e eu na Estação das Docas brincando com a foto através dos vidros espelhados


Destino: Belém do Pará – Brasil

Como chegar: de avião. Chegamos ao Aeroporto Val-de-Cans em um voo da Latam vindo de São Luís do Maranhão. Nosso ponto de partida da viagem foi Confins e fizemos conexões na ida e volta em Brasília. Quando chegamos à Belém do Pará, utilizamos um taxi para irmos para a região central. A distância do destino para o nosso ponto de partida é de 2.665km

Saiba mais: Belém do Pará foi uma das primeiras capitais da região norte do Brasil. O nome foi escolhido para homenagear a cidade de Belém na Judeia. A região foi alvo de disputa no passado entre os portugueses e holandeses. É uma cidade com muitas atrações e uma rica história para ser descoberta.

O centro histórico da cidade é muito bem conservado. Com alguns minutos de caminhada é possível conhecer alguns dos pontos mais interessantes do destino. O primeiro foi o Forte do Presépio com o seu museu que conta a história do Pará, dos nativos e da colonização. Depois, a Casa das Onze Janelas, o Museu de Arte Sacra e a Catedral Metropolitana de Belém. Bem próximo, encontra-se o Mercado Ver o Peso, onde é possível ver e provar alimentos e bebidas da região tropical amazônica. São diversos sucos de frutas típicos, peixes e castanhas. Pelo preço de um potinho no sudeste é possível comprar um pacote cheio de castanhas do Pará, que até brilham de tão novas. O sabor é incrível. Outro produto bem característico da região é a Juçara, que é conhecida em outras regiões do Brasil com o nome de Açaí.

Belém ainda é o palco do Círio de Nazaré, manifestação religiosa católica em devoção à Nossa Senhora de Nazaré. É uma das maiores festas religiosas do Brasil. De fato, é uma procissão católica que acontece todos os anos no segundo domingo de outubro que consiste em levar a imagem original de Nossa Senhora de Nazaré até a Praça Santuário.

Estação das Docas: antigo porto, hoje em dia um ótimo local para o happy hour

Onde ficar e comer: há uma completa infraestrutura de hotéis, bares, padarias e restaurantes na cidade. Ficamos hospedados na Ecopousada Miriti, um lugar muito gostoso e cheio de árvores. Muito boa a sensação de estar cercado pela natureza.

Um encontro com a Bemp: onça pantera que viveu 22 anos no Jardim Zoobotânico da Amazônia e hoje está no Museu Goeldi

Um momento inesquecível: passear pelo Jardim Zoobotânico da Amazônia, uma área de 15 hectares, inspirada no “Bois de Bologne”, de Paris. O Bosque Rodrigo Alves é uma grande reserva natural com diferentes espécies da fauna e flora da região amazônica. Abriga mais de 10 mil árvores, distribuídas em mais de 300 espécies, 435 animais de 29 espécies que vivem em cativeiro e outras 29 em liberdade ou semiliberdade distribuídas na área de mata nativa. Entre os animais estão o peixe-boi amazônico, jacaré, tartarugas, jabutis, araras, macacos, entre outros. Possui grutas, aquários, viveiros e o Museu Goeldi. O ingresso é muito barato: R$2,00.

Você tem que fazer: além dos lugares citados acima, vale a pena conhecer a Estação das Docas, local revitalizado que funcionava como porto no passado. Não perca também um passeio na Corveta Museu Solimões e uma visita ao Theatro da Paz.

Um passeio pelo Forte do Presépio é muito interessante para saber sobre a ocupação holandesa na região e também da história dos nativos


Como foi a viagem: eu e a Lara planejamos uma viagem de fim de ano pelo norte e nordeste do Brasil. Usamos pontos do programa de fidelidade para os deslocamentos mais longos. Nós fomos para o Maranhão e depois de quatro dias, chegamos ao estado vizinho do Pará. Foi a nossa primeira viagem para essa região do Brasil. Gostamos bastante da experiência. Compramos as passagens entre os dois estados em uma promoção da Latam. As reservas de hotel foram feitas pelo Booking. Infelizmente, ficamos apenas três dias na capital paraense e faltou tempo para visitarmos o Mangal das Garças e a Ilha de Marajó.

As igrejas Metropolitana de Belém e de Nossa Senhora de Nazaré são muito bonitas e mostram a devoção e religiosidade do povo da região norte

A melhor época para ir: viajamos para Belém no final do ano. Confesso que em pleno verão a cidade é muito quente. O vento as vezes ajuda, mas andar pela cidade de 11h às 16h é um desafio. Muito protetor solar e água são necessários, assim como chapéu e óculos de sol. O vento ajuda no final da tarde às margens do Rio Guamá. Outro lugar bem gostoso de passear durante esse período é o Jardim Zoobotânico por causa das árvores. Não choveu durante a nossa passagem pela cidade.

Fotografia de viagem: as fotos dessa viagem foram feitas em uma Câmera Samsung HZ50W.

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Na comemoração dos 80 episódios do vm80f.podcast, o Júlio Alessi e o Marcos Araújo gravaram dois podcasts comemorativos com o Top5 das experiências de viagem que realizaram no exterior e no Brasil.

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Para escutar os episódios 80 e 81 do vm80f.podcast, toque no link aqui no Blog e depois selecione o episódio no Tune In. Clique nos 3 riscos do lado esquerdo!



Essa é a Experiência de Viagem #77
Autor: Marcos Araújo

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